CONHEÇA ESSA POSSIBILIDADE ATRAVÉS DA REALIDADE!!!!!!!!
COMO É BOM SER CRIANÇA!!!
REFLEXÃO
..não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.”
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
QUER CONHECER A PROPOSTA DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA?
http://www.youtube.com/watch?v=tRRPrzUI9HcPedagogia da Alternância: uma proposta diferenciada
ttp://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVsttp://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVs
Este trabalho pretende abordar algumas representações simbólicas no universo dos camponeses/as no Brasil, bem como no Estado de Goiás, a luta para terem direito de uma alternativa de educação rural a partir da Pedagogia da Alternância.
Antes é visto a necessidade de fazer aqui uma analogia entre Pedagogia rural, do campo e da Alternância.
A Pedagogia da Alternância é uma proposta diferenciada e alternativa que se constitui no universo pedagógico como sendo uma pedagogia da resistência cultural em relação à forte hegemonia neoliberal presente na educação brasileira, principalmente, a partir da década de 90 em diante (NASCIMENTO, 2003).
Alternância significa o processo de ensino-aprendizagem que acontece em espaços e territórios diferenciados e alternados. O primeiro é o espaço familiar e a comunidade de origem (realidade); em segundo, a escola onde o educando/a partilha os diversos saberes que possui com os outros atores/as e reflete-se sobre eles em bases científicas (reflexão); e, por fim, retorna-se a família e a comunidade a fim de continuar a práxis (prática + teoria) seja na comunidade, na propriedade (atividades de técnicas agrícolas) ou na inserção em determinados movimentos sociais.
A Pedagogia da Alternância baseia-se num método científico. Observar, ver, descrever, refletir, analisar, julgar e experimentar, agir ou questionar (através dos Planos de Estudos na família, comunidade ou na escola), procurar responder às questões (através das aulas, palestras, visitas, pesquisas, estágios) e experimentar (fazer experimentar em casa a partir do aprofundamento). Este método está implícito na proposta de Jean Piaget, “fazer pra compreender”, ou seja, primeiro praticar, para depois teorizar sobre a prática. O princípio é que a vida ensina mais que a escola, por isso, o centro do processo ensino-aprendizagem é o aluno e a sua realidade. A experiência sócio-profissional se torna ponto de partida no processo de ensinar e, também, ponto de chegada, pois o método da alternância constitui-se no tripé ação – reflexão – ação – ou prática – teoria – prática. A teoria está sempre em função de melhorar a qualidade de vida.
Alternância significa o processo de ensino-aprendizagem que acontece em espaços e territórios diferenciados e alternados. O primeiro é o espaço familiar e a comunidade de origem (realidade); em segundo, a escola onde o educando partilha os diversos saberes que possui com os outros atores e reflete sobre eles em base científica (reflexão); e, por fim, retorna-se a família e a comunidade a fim de continuar a práxis (prática + teoria) seja na comunidade, na propriedade (atividades de técnicas agrícolas) ou na inserção em determinados movimentos sociais.
As Casas Familiares Rurais tiveram início na França em 1935 no povoado de Lot et Garonne. A iniciativa partiu de um grupo de pais agricultores que buscavam solucionar dois grandes problemas. De um lado, as questões relacionadas ao ensino regular que, por ser direcionado para as atividades urbanas, levava os adolescentes campesinos a abandonar a terra. E de outro lado, a necessidade de fazer chegar ao campo a evolução tecnológica de que precisavam. Criaram então a primeira “Casa Familiar Rural”, lá chamada de Maison Familiale Rurale, onde os jovens passavam duas semanas recebendo conhecimentos gerais e técnicos voltados para a realidade agrícola regional e duas semanas nas propriedades rurais, aplicando os conhecimentos recebidos. Tal prática foi chamada de “Pedagogia de Alternância”.
A educação rural no Brasil apresenta uma série de elementos os quais aparecem na legislação, nas instituições pedagógicas, no currículo e mesmo nas "recomendações" dos organismos internacionais, que possibilitam traçar um esboço da educação rural brasileira a partir dos anos 30. Para a maioria das famílias rurais a passagem pela escola básica rural (do primeiro ao oitavo ano) é a única oportunidade em suas vidas de adquirir as competências que lhes permitiriam eliminar as principais causas internas do subdesenvolvimento rural. Infelizmente, essas escolas não estão cumprindo com esta importantíssima função emancipadora de dependências e de vulnerabilidades; porque os seus conteúdos e métodos são disfuncionais e inadequados às necessidades produtivas e familiares do meio rural.
Nas referidas escolas se entedia as crianças exigindo-lhes que memorizem temas de escassa e duvidosa relevância; e não se lhes ensina de maneira criativa, participativa e prática aquilo que realmente necessitam aprender para tornarem-se mais autoconfiantes, mais empreendedores, mais auto-gestores e mais auto-dependentes. Das referidas escolas continuam ingressando gerações de futuros agricultores, agricultoras, pais e mães de família, com baixíssima auto-estima, sem os conhecimentos, sem as atitudes e sem os valores que necessitam para serem agricultores mais eficientes, melhores educadores dos seus filhos e solidários protagonistas das suas comunidades.
As escolas rurais deveriam formar cidadãos dotados de mais autoconfiança pessoal e auto-suficiência técnica, de modo que possam ser eficientes corretores das suas ineficiências e ativos solucionadores dos seus próprios problemas. Adicionalmente essas escolas deveriam outorgar-lhes uma formação valorizadora que lhes inculque melhores hábitos (amor ao trabalho bem executado, iniciativa e disciplina, perseverança e desejo de superação, cooperação e solidariedade, honradez e cumprimento dos seus deveres e responsabilidades, espírito de prevenção e previdência, etc.). A educação básica rural deveria ter um caráter mais instrumental no sentido de proporcionar às crianças conteúdos úteis que elas possam aplicar na correção das suas próprias ineficiências e na solução dos problemas que ocorrem nos seus lares, propriedades e comunidades.
As unidades da Escola do Campo diferenciam-se umas das outras quanto ao conteúdo programático, adaptado à realidade de cada região, sempre de acordo com a “Pedagogia de Alternância”. Segundo esse método, o aluno passa duas semanas em casa e uma semana na escola.
Dentre as várias formas de resistência cultural ativa existem os CEFFAs (Centros de Formação Familiares em Alternância) que compreendem, no Brasil, três experiências significativas, que são: as EFAs (Escolas Famílias Agrícolas), as CFR (Casas Familiares Rurais) e as ECR (Escolas Comunitárias Rurais) que estão unidas em torno de uma mesma pedagogia, a saber: a Pedagogia da Alternância.
Em Goiás, a primeira experiência nasceu em 1992 com a fundação da Escola Família Agrícola de Goiás – EFAGO e, posteriormente, em 1998 com a fundação da Escola Família Agrícola de Orizona.
As principais características das EFAs são: a responsabilidade das famílias na gestão; a alternância dos períodos entre o meio de vida sócio-profissional e a Casa Familiar; a vida dos alunos/as em pequenos grupos e em internatos; uma equipe de formadores/as; uma pedagogia adaptada. As EFAs querem proporcionar aos jovens do meio rural uma possibilidade de educação a partir da sua realidade, da sua vida familiar e comunitária e das suas atividades. Isto é feito procurando desencadear junto aos jovens um processo de reflexão e ação que possa transformar essa mesma realidade.
A Pedagogia da Alternância é uma alternativa para a Educação no campo, já que o ensino nesse contexto não contempla as especificidades e as necessidades da população que vive no meio rural. Alguns problemas educacionais encontrados nas escolas no meio rural dão origem à necessidade de uma proposta educacional específica para o campo. Alguns problemas que podem ser enumerados são: a escola desvinculada da realidade local, a falta de recursos para atividades básicas do campo, a necessidade dos alunos ficarem na propriedade com sua família para trabalhar e terem dificuldades de acompanhar o calendário tradicional das escolas, a desvalorização da escola multisseriada e a falta de vagas nas escolas agrotécnicas.
De maneira geral, a Pedagogia da Alternância trabalha com a experiência concreta do aluno, com o conhecimento empírico e a troca de conhecimento com atores do sistema tradicional de educação, e também, com membros da família e da comunidade na qual vive o aluno e que podem fornecer-lhe ensinamentos sobre aquela realidade.
Segundo Gohn (2001), a família é caracterizada como espaço de educação informal que acontece “nos processos espontâneos ou naturais, ainda que seja carregado de valores e representações, como é o caso da educação familiar”. A educação não formal se dá na “intencionalidade de dados sujeitos em criar ou buscar determinadas qualidades e/ou objetivos”. Neste sentido, a educação não formal está presente no bairro-associação, nas organizações, nos movimentos sociais, nas igrejas, nos sindicatos, nos partidos políticos e nas ONGs.
http://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVs
ttp://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVsttp://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVs
Este trabalho pretende abordar algumas representações simbólicas no universo dos camponeses/as no Brasil, bem como no Estado de Goiás, a luta para terem direito de uma alternativa de educação rural a partir da Pedagogia da Alternância.
Antes é visto a necessidade de fazer aqui uma analogia entre Pedagogia rural, do campo e da Alternância.
A Pedagogia da Alternância é uma proposta diferenciada e alternativa que se constitui no universo pedagógico como sendo uma pedagogia da resistência cultural em relação à forte hegemonia neoliberal presente na educação brasileira, principalmente, a partir da década de 90 em diante (NASCIMENTO, 2003).
Alternância significa o processo de ensino-aprendizagem que acontece em espaços e territórios diferenciados e alternados. O primeiro é o espaço familiar e a comunidade de origem (realidade); em segundo, a escola onde o educando/a partilha os diversos saberes que possui com os outros atores/as e reflete-se sobre eles em bases científicas (reflexão); e, por fim, retorna-se a família e a comunidade a fim de continuar a práxis (prática + teoria) seja na comunidade, na propriedade (atividades de técnicas agrícolas) ou na inserção em determinados movimentos sociais.
A Pedagogia da Alternância baseia-se num método científico. Observar, ver, descrever, refletir, analisar, julgar e experimentar, agir ou questionar (através dos Planos de Estudos na família, comunidade ou na escola), procurar responder às questões (através das aulas, palestras, visitas, pesquisas, estágios) e experimentar (fazer experimentar em casa a partir do aprofundamento). Este método está implícito na proposta de Jean Piaget, “fazer pra compreender”, ou seja, primeiro praticar, para depois teorizar sobre a prática. O princípio é que a vida ensina mais que a escola, por isso, o centro do processo ensino-aprendizagem é o aluno e a sua realidade. A experiência sócio-profissional se torna ponto de partida no processo de ensinar e, também, ponto de chegada, pois o método da alternância constitui-se no tripé ação – reflexão – ação – ou prática – teoria – prática. A teoria está sempre em função de melhorar a qualidade de vida.
Alternância significa o processo de ensino-aprendizagem que acontece em espaços e territórios diferenciados e alternados. O primeiro é o espaço familiar e a comunidade de origem (realidade); em segundo, a escola onde o educando partilha os diversos saberes que possui com os outros atores e reflete sobre eles em base científica (reflexão); e, por fim, retorna-se a família e a comunidade a fim de continuar a práxis (prática + teoria) seja na comunidade, na propriedade (atividades de técnicas agrícolas) ou na inserção em determinados movimentos sociais.
As Casas Familiares Rurais tiveram início na França em 1935 no povoado de Lot et Garonne. A iniciativa partiu de um grupo de pais agricultores que buscavam solucionar dois grandes problemas. De um lado, as questões relacionadas ao ensino regular que, por ser direcionado para as atividades urbanas, levava os adolescentes campesinos a abandonar a terra. E de outro lado, a necessidade de fazer chegar ao campo a evolução tecnológica de que precisavam. Criaram então a primeira “Casa Familiar Rural”, lá chamada de Maison Familiale Rurale, onde os jovens passavam duas semanas recebendo conhecimentos gerais e técnicos voltados para a realidade agrícola regional e duas semanas nas propriedades rurais, aplicando os conhecimentos recebidos. Tal prática foi chamada de “Pedagogia de Alternância”.
A educação rural no Brasil apresenta uma série de elementos os quais aparecem na legislação, nas instituições pedagógicas, no currículo e mesmo nas "recomendações" dos organismos internacionais, que possibilitam traçar um esboço da educação rural brasileira a partir dos anos 30. Para a maioria das famílias rurais a passagem pela escola básica rural (do primeiro ao oitavo ano) é a única oportunidade em suas vidas de adquirir as competências que lhes permitiriam eliminar as principais causas internas do subdesenvolvimento rural. Infelizmente, essas escolas não estão cumprindo com esta importantíssima função emancipadora de dependências e de vulnerabilidades; porque os seus conteúdos e métodos são disfuncionais e inadequados às necessidades produtivas e familiares do meio rural.
Nas referidas escolas se entedia as crianças exigindo-lhes que memorizem temas de escassa e duvidosa relevância; e não se lhes ensina de maneira criativa, participativa e prática aquilo que realmente necessitam aprender para tornarem-se mais autoconfiantes, mais empreendedores, mais auto-gestores e mais auto-dependentes. Das referidas escolas continuam ingressando gerações de futuros agricultores, agricultoras, pais e mães de família, com baixíssima auto-estima, sem os conhecimentos, sem as atitudes e sem os valores que necessitam para serem agricultores mais eficientes, melhores educadores dos seus filhos e solidários protagonistas das suas comunidades.
As escolas rurais deveriam formar cidadãos dotados de mais autoconfiança pessoal e auto-suficiência técnica, de modo que possam ser eficientes corretores das suas ineficiências e ativos solucionadores dos seus próprios problemas. Adicionalmente essas escolas deveriam outorgar-lhes uma formação valorizadora que lhes inculque melhores hábitos (amor ao trabalho bem executado, iniciativa e disciplina, perseverança e desejo de superação, cooperação e solidariedade, honradez e cumprimento dos seus deveres e responsabilidades, espírito de prevenção e previdência, etc.). A educação básica rural deveria ter um caráter mais instrumental no sentido de proporcionar às crianças conteúdos úteis que elas possam aplicar na correção das suas próprias ineficiências e na solução dos problemas que ocorrem nos seus lares, propriedades e comunidades.
As unidades da Escola do Campo diferenciam-se umas das outras quanto ao conteúdo programático, adaptado à realidade de cada região, sempre de acordo com a “Pedagogia de Alternância”. Segundo esse método, o aluno passa duas semanas em casa e uma semana na escola.
Dentre as várias formas de resistência cultural ativa existem os CEFFAs (Centros de Formação Familiares em Alternância) que compreendem, no Brasil, três experiências significativas, que são: as EFAs (Escolas Famílias Agrícolas), as CFR (Casas Familiares Rurais) e as ECR (Escolas Comunitárias Rurais) que estão unidas em torno de uma mesma pedagogia, a saber: a Pedagogia da Alternância.
Em Goiás, a primeira experiência nasceu em 1992 com a fundação da Escola Família Agrícola de Goiás – EFAGO e, posteriormente, em 1998 com a fundação da Escola Família Agrícola de Orizona.
As principais características das EFAs são: a responsabilidade das famílias na gestão; a alternância dos períodos entre o meio de vida sócio-profissional e a Casa Familiar; a vida dos alunos/as em pequenos grupos e em internatos; uma equipe de formadores/as; uma pedagogia adaptada. As EFAs querem proporcionar aos jovens do meio rural uma possibilidade de educação a partir da sua realidade, da sua vida familiar e comunitária e das suas atividades. Isto é feito procurando desencadear junto aos jovens um processo de reflexão e ação que possa transformar essa mesma realidade.
A Pedagogia da Alternância é uma alternativa para a Educação no campo, já que o ensino nesse contexto não contempla as especificidades e as necessidades da população que vive no meio rural. Alguns problemas educacionais encontrados nas escolas no meio rural dão origem à necessidade de uma proposta educacional específica para o campo. Alguns problemas que podem ser enumerados são: a escola desvinculada da realidade local, a falta de recursos para atividades básicas do campo, a necessidade dos alunos ficarem na propriedade com sua família para trabalhar e terem dificuldades de acompanhar o calendário tradicional das escolas, a desvalorização da escola multisseriada e a falta de vagas nas escolas agrotécnicas.
De maneira geral, a Pedagogia da Alternância trabalha com a experiência concreta do aluno, com o conhecimento empírico e a troca de conhecimento com atores do sistema tradicional de educação, e também, com membros da família e da comunidade na qual vive o aluno e que podem fornecer-lhe ensinamentos sobre aquela realidade.
Segundo Gohn (2001), a família é caracterizada como espaço de educação informal que acontece “nos processos espontâneos ou naturais, ainda que seja carregado de valores e representações, como é o caso da educação familiar”. A educação não formal se dá na “intencionalidade de dados sujeitos em criar ou buscar determinadas qualidades e/ou objetivos”. Neste sentido, a educação não formal está presente no bairro-associação, nas organizações, nos movimentos sociais, nas igrejas, nos sindicatos, nos partidos políticos e nas ONGs.
http://www.youtube.com/watch?v=a8N9L8iOlVs
sábado, 13 de fevereiro de 2010
SEQUÊNCIA DIDÁTICA: Horta
INFANTIL II/III, PROFESSORA MÁRCIA
Objetivos :
- Criar uma horta e cuidar dela.
- Observar o desenvolvimento de um ser vivo.
- Valorizar o meio ambiente.
Tempo estimado:
Depende do que será plantado.
Material necessário :
Terra, cascas de frutas e legumes, mudas ou sementes, regador, pá de jardim, imagens do que será plantado, plástico transparente, fita adesiva e palitos de churrasco.
Antes de começar, verificamos a melhor época para plantar a espécie escolhida. Além das verduras, raízes (como cenoura) despertam curiosidade nos pequenos: eles ficam ansiosos para retirá-las da terra.
1ª ETAPA: Perguntamos quem conhece uma horta. Para que serve? Contamos que os vegetais são seres vivos. Por isso, precisam de cuidados, como sol e água.
2ª ETAPA: Que ingredientes são usados em uma salada? Registramos as respostas. Levamos as crianças ao refeitório e mostramos alguns vegetais. Alertamos para a importância de lavar bem as mãos antes de tocar na comida.
3ª ETAPA: Aqui a horta começa realmente. Num canto ensolarado, Pedimos às crianças que revolvessem a terra com pazinhas. Cada uma deveria fazer um pequeno buraco, transplantar sua muda ou semente, apertar a terra em volta e molhá-la. Fotografamos tudo para que todos comparassem essa etapa com as outras.
4ª ETAPA : A horta precisa de cuidados diários: água (fora dos horários de sol a pino) e observação para detectar pragas. O que acontece se as plantas não receberem água ou luz suficiente? Usamos duas plantas extras: uma ficará sem ser regada. A outra, coberta por uma caixa.
IDENTIDADE E AUTONOMIA!!!!
A construção da identidade e da autonomia diz respeito ao conhecimento, desenvolvimento e uso dos recursos pessoais para fazer frente às diferentes situações da vida.
PROCESSOS DE FUSÃO E DIFERENCIAÇÃO
A exploração do corpo e dos movimentos, assim como o contato com o corpo do outro, são fundamentais para o primeiro nível de diferenciação do EU. É por meio dos primeiros cuidados que a criança percebe seu próprio corpo como separado do corpo do outro, organiza suas emoções e amplia seus conhecimentos sobre o mundo. O outro é assim, elemento fundamental para o conhecimento de si.
Cabe à escola oferecer oportunidades para que o processo de construção da identidade aconteça.
Infantil II da profª Márcia dando banho e cuidando das bonecas:
A construção da identidade e da autonomia diz respeito ao conhecimento, desenvolvimento e uso dos recursos pessoais para fazer frente às diferentes situações da vida.
PROCESSOS DE FUSÃO E DIFERENCIAÇÃO
A exploração do corpo e dos movimentos, assim como o contato com o corpo do outro, são fundamentais para o primeiro nível de diferenciação do EU. É por meio dos primeiros cuidados que a criança percebe seu próprio corpo como separado do corpo do outro, organiza suas emoções e amplia seus conhecimentos sobre o mundo. O outro é assim, elemento fundamental para o conhecimento de si.
Cabe à escola oferecer oportunidades para que o processo de construção da identidade aconteça.
Infantil II da profª Márcia dando banho e cuidando das bonecas:
"A criança tem uma Linguagem própria, constrói seu conhecimento explorando ações da sua realidade, se expressando com seus parceiros visíveis ou invisíveis."
Vicktor Lowenfeld
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
FESTA DO MARAMBIRÉ NA COMUNIDADE PACOVAL EM ALENQUER
MARAMBIRÉ
Aiuê te-cundê
Ambirá,
Bambauá ererê!
O marambiré
É do Pacoval (refrão / bis)
Terra de puro sangue
Raça que não tem mal.
I
Não há beleza mais linda
Nem nas noites de luar
Que com a beleza da Rosa
A gente vá comparar.
II
A senhora Dona Rosa
Era prosa sim senhor:
- Rosa sem ter espinhos
Não é rosa e não é flor.
III
Do remédio desses pretos
Basta só uma colher:
- Pois se doma até as cobras
Quanto mais uma mulher!
IV
Não há feitiço que doa
Quando é de bem querer:
- Em Pacoval, terra boa,
Dona Rosa foi viver.
V
A senhora Dona Rosa
Se casou com o preto Assis:
- Mas se antes era prosa
Ao depois viveu feliz!
VI
Foi a Rainha do Congo
Que dançou no terreiro:
É a rainha da festa
É a mulher do guerreiro
Foi a Rinha do Congo
Que dançou o terreiro
É a rainha da festa
É a Raimunda Poeira!!
Aiuê te-cundê
Gurupê, moaxiá,
Bambauá ererê!
Postado por Poster às 3/29/2008 07:35:00 AM
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O professor como pesquisador........
"Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.Ensino
porque busco, porque Indaguei, Indago E porque me Indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo.Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço comunicar ou anunciar a novidade "Paulo Freire
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